Ave de rapina- Por Edison Vicentini Barroso

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Lula, Lula! O ex-presidente quer voltar a voar. E diz que vai incomodar! Ele pretende tornar à cena política, e botar pra quebrar. Base do esquema de desgoverno que tem arruinado o Brasil e a vida de seu povo, entra em cena para tentar salvar o projeto de poder do PT – razão de sua existência política.

Lula tem a certeza de que será presidente do Brasil de novo, de que o povo continuará a lhe dar carta branca para fazer do que bem entenda. E, em parte, tem razão. Há aqueles, intelectuais inclusive (seres tidos por pensantes que, pela evidência dos fatos, abriram mão da capacidade de raciocinar e discernir), que se negam a enxergar o óbvio: o país está como está pela ação direta de Lula.

Ele não admite perder. A democracia anárquica, de que se serve como legítimo representante da ditadura não revelada, leva-o a usar da capacidade de comunicação popular – pois Lula é um populista! – e do indiscutível carisma para extravasar sua mania de grandeza, sempre apostando na ignorância de considerável parcela do povo.

Lula supõe-se acima do bem e do mal. Tem um código de ação próprio, em nada condizente à ética e à moral. É prático, pragmático mesmo, nas coisas de seu interesse, valendo-se do poder e do dinheiro (ou do poder do dinheiro, como queiram) como molas mestras de conduta.

É especialista em fazer-se, e ao PT (pois que ambos se confundem), de vítima. Não importa o que se tenha feito ou faça, desde que escudado no voto popular – assim pensa Lula. Para este e seus seguidores, o voto a tudo legitima e justifica – até às más ações.

Cínico, qual o fez alguém um dia, procura transformar água em vinho, inventando versões, as mais convenientes, para tornar-se, e ao PT, herói da resistência. Contra tudo, até os fatos, elege a oposição responsável pela corrupção na Petrobras e pela encrenca administrativo/financeira do país.

As atitudes de Lula dão conta de sua falta de compromisso com a decência e a verdade, passando-nos a pálida ideia de até onde está disposto a ir, olhos postos na campanha presidencial de 2018, para atingir seus objetivos.

Cabe-nos a todos, o povo brasileiro, reagir à repetição dos velhos e já nada originais truques de Lula, não mais caindo nas armadilhas das falsas promessas de quem nos quer cativos dos desmandos administrativos e dos desastres econômicos do lulopetismo.

E que a população se conscientize de sua porção de culpa no que temos vivenciado e no que está por vir, pelo mau uso do voto, pela má escolha de seus representantes – de que Lula e Dilma, hoje, são os maiores exemplos.

 

No cenário político brasileiro, Lula se faz águia. Em verdade, porém, não passa de abutre do povo – do qual se serve segundo seu agudo senso de oportunismo e sua mal disfarçada egolatria.

De fato, Lula adora a si mesmo, cultua a si mesmo. Sua arrogância não lhe permite ver a figura caricata que se tornou, o fanfarrão encastelado nas dobras da ingenuidade de parte da população brasileira.

E há quem inda o venere, qual se fora um ser à parte, um quase deus! Lula se recusa a parar, teima em ficar, busca se perpetuar. E olha além, sempre a espreitar. De nossa parte, cuidemos de nós mesmos, procurando nos vacinar – para de vez nos libertar!

Mas Lula passará e o Brasil permanecerá! E nós, verdadeiros amantes da pátria, haveremos de gritar: viva a ave canora da brasilidade a se renovar. Que a verdade se restabeleça e o melhor sempre aconteça, no campo santo do grande país a se reencontrar!

 

Edison Vicentini Barroso – magistrado e cidadão brasileiro.

 

 

 

 

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