Singela homenagem deste escrevedor a um poeta da terra. “Adelay Bonolo”.

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Poeta. Permita-me chama-lo assim. Você o é!

 

Recebi a sua obra das mãos de um querido amigo; Luiz Paulo;

 

Ao tomar por leitura no dia de hoje, “O Morituro de Cadoz”, confesso: Apaixonado; não resisti em buscar mais e mais sobre o autor.

 

Ao revelar-me o conteúdo vasto e grandioso, num pulso percebi, o quão enriqueceria meu singelo, porém, seleto apreço literário.

 

Mais o farei! Serei leitor de tudo; e se me permitires tamanho artista; frente a pequenez deste escrevedor, serei também, divulgador em meus meios de comunicação desse balsamo benigno alimentador de almas sensíveis.

 

Grato poeta, pelo presente e pela oportunidade ímpar de tê-lo em minha cabeceira, todas as noites insistentes em me furtar o sono.

 

Ademir Feliciano

 

 

 

 

A ÚLTIMA LÁGRIMA DE AMOR VERTIDA!

 

Quando um dia estiver chegando ao fim(1),

Tez rugosa e cabelo encanecido,

Em que as lembranças de um tempo esquecido

Deitarão sorte sobre meu butim(2)…

 

Quando mesmo eu não me lembrar de mim,

Imerso num passado sem sentido,

De tantas queixas cheio, e corroído

Por solidão imensa… tão ruim…

 

À mingua de um amor que de uma vez,

Para sempre, sem dó, roubou-me a vida…

Se lá quiseres, como nunca o fez,

 

Visitar-me, qual numa despedida,

Verás que choro, mas com altivez,

A última lágrima de amor vertida!

Adelay Bonolo

 

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=adelay

 

 

 

 

 

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