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Revelada como verdadeira a “HISTORIA DO REI MEDROSO”! Por Ademir Feliciano

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Em 20 de fevereiro de 2010, eu ouvi das bocas do então Vereador “Luiz Anhezini” (Garrincha)e de seu filho e hoje também vereador “Marquinho Garrincha”, uma história muito interessante e até engraçada que me remeteu de imediato a ideia de transformá-la em uma fabula. Um conto infantil.

Me relatavam pai e filho (Garrincha), que em certa disputa eleitoral para prefeitura, onde disputavam “Pau a Pau” Nanão e Zé do Carmo, o primeiro, Nanão, havia comprado votos de povo humilde e trabalhador da roça por R$ 80,00 cada.

Alguns dos que haviam recebido o dinheiro, teriam procurado por Zé do Carmo, relatado o fato e mostrado as notas sujas de terra, por conta de seus trabalhos. Pios bem, a partir daí, foram à delegacia de polícia, fizeram BO e Zé do Carmo Passou a procurar por Nanão.

Certa feita, ao se aproximar da oficina mecânica de propriedade da família Garrincha, Zé do Carmo, julgou ter visto Nanão também por lá.

E realmente ele estava! Borrando-se de medo, segundo me informaram os “Garrincha”, Nanão passou a chorar e pedir que lhe escondessem. Assim fizeram pai e filho. Esconderam Nanão no escritório da oficina, trancaram a chaves e convenceram Zé do Carmo a ir embora, sob o pretexto de não estar ali o prefeito corrupto Nanão.

Isso tudo me foi contado pelos dois “Garrincha”. Pai e filho.

Foi quando resolvi fazer o texto que segue abaixo na integra. Texto alias que está disposto no Altiaqui até hoje. Basta clicar aqui e você poderá confirmar. http://www.altiaqui.com.br/colunas-e-colunistas/279–historia-do-rei-medroso-por-ademir-feliciano

O mais interessante vem agora!

Na penúltima sessão de Câmara, Zé do Carmo ao tomar a tribuna para palavra livre, relembrou o fato e perguntou ao final, ao hoje presidente daquela casa de Leis “Marquinho Garrincha”:

– “Você se lembra disso Marquinho”? O presidente então, com sinal de positivo feito por gesto com a cabeça, confirmou a história de Zé do Carmo.

Nada como um dia após o outro. Nada como o tempo para fazer valer e trazer à tona a verdade! Uma sujeira cometida há tanto tempo, agora relembrada por quem fora prejudicado nas eleições e confirmada por quem dera guarida e esconderijo ao sujo.

No vídeo postado no endereço abaixo, você confere o pronunciamento de Zé do Carmo em tribuna. (Vale a pena assistir, é bem rápido), e mais abaixo, você confere a matéria feita por mim à época. (20 de fevereiro de 2010). Hoje, Nanão e família Garrincha estão juntos. Ou será que já estiveram separados?

Quando não se tem caráter, não há como cobrar lado ou ética.

Ademir Feliciano

http://youtu.be/wazIADbAIIM

“HISTORIA DO REI MEDROSO”! Por Ademir Feliciano

Sáb, 20 de Fevereiro de 2010 20:26 | Escrito por Ademir

Há muito tempo no reino de “Piratopolis”, um rei que se julgava inatingível, fazia e desfazia, mandava e desmandava, pelo simples fato de achar que os seus súditos o temiam.

Um belo dia porem, seus súditos cansados das falcatruas e hostilidades de seu rei, começaram a espalhar sem medo, as magníficas histórias que o malvado rei escondia.

Numa das histórias, contam que o rei, certa feita, para se mostrar democrático, coisa que não era e nunca foi, lançou um desafio a seu povo.

Resolveu o rei colocar sua majestade a prova, e como uma pessoa comum deixou o cargo, ou o reinado, abriu mão do trono e criou uma eleição direta em seu reino, dando chances a quem quisesse se candidatar, inclusive ele mesmo assim também o fez.

Percebendo o feroz rei que corria o risco de perder as eleições, não se fez de rogado e passou a usar o poder do ouro que tinha par comprar os votos dos eleitores.

Numa de suas investidas, ao oferecer dinheiro a um camponês, não imaginava o rei que o velho e cansado homem a quem ele queria comprar, era ninguém menos que um cabo eleitoral do mais ferrenho adversário político que o rei tinha.

Prontamente o velho camponês, de posse do ouro que lhe oferecera o rei, foi ao juiz eleitoral do vilarejo e apresentou queixa contra o agora criminoso eleitoral, ex – rei candidato a rei.

O adversário político, de posse das informações que pesavam contra o rei, já se dava por vencedor da peleja, mas mal sabia ele, que a astúcia do rei tirano, ia além de suas imaginações.

Pois o rei chamou um de seus antigos conselheiros, que nos dias atuais deveriam ter o mesmo cargo e função de um vereador, e assim o propôs: pegue esse gravador portátil que consegui comprar no reino das águas claras, coloque no bolso de suas vestes e vá até o camponês, convença-o a dizer que nunca lhe ofertei ouro algum em troca de seu voto. E assim fez o fiel conselheiro.

Ao voltar e dar de novo com o rei, o conselheiro mostrou-lhe que havia conseguido a gravação, e em sua casa, diante de sua família, ligou o tal aparelho e la estava a gravação do camponês que convencido havia sido, e prestava falso testemunho a favor do rei. Pulos de alegria dava o reizito (era assim conhecido por falta de estatura) e comemorava sua mais satânica façanha.

 

O adversário político do rei, ao saber da tal sabotagem, passou a persegui-lo. Porém, sem muito sucesso por muitos dias. Mas num belo dia, estando o rei na oficina de conserto de liteiras, bigas e carroças de seu conselheiro, eis que longe avistam o adversário chegando. O rei passou a tremer como vara verde, chorava o coitado que antes se fazia de corajoso, e pediu pelo amor dos deuses que o escondessem, caso contrário estava vendo ali o seu fim.

Sem pestanejar, o velho conselheiro e seus filhos, levaram o rei para dentro de um pequeno cômodo que usavam como escritório, chavearam a porta e protegeram o rei tirano.

Do lado de fora ficou o velho conselheiro contendo a ira do adversário, enquanto lá dentro o rei já se escondia em baixo de uma mesa aos prantos, suplicando para não abrirem a porta.

Com muita malícia e sabedoria, o velho conselheiro consegui convencer o adversário raivoso, que o rei ali não estava, e que a muito não o via pelo povoado. Acreditou o adversário no conto do velho conselheiro e retornou a seus afazeres no campo.

Algum tempo depois, certo de não mais estar correndo perigo, sai o rei de seu esconderijo provisório, olhos marejados e coração ainda palpitando de medo, agradece a ajuda dos amigos e vai embora com o rabinho entre as pernas.

O velho rei, com muitas falcatruas mais, vence as eleições, e uma das medidas de seu novo reinado, foi trair a quem o havia salvado a vida.

Passa o rei a caluniar o velho conselheiro e seus filhos, volta o rei a beneficiar apenas seus amigos de improbidades, inclusive o sacerdote a quem tomou por conselheiro espiritual, e o pagava a peso de ouro, com os impostos abusivos que arrecadava da população tão necessitada de tudo.

O velho conselheiro não deixou por menos, e nas eleições próximas, mostrou nas urnas o poder de seus mandatos, afinal era o velho conselheiro o mais antigo membro do conselho, e sempre eleito com o voto direto, e com maioria esmagadora sobre seus outros pares.

Passaram, o velho conselheiro e seus filhos, de aliados a adversários do rei, e lutaram com todas suas forças, reuniram mais aliados, pessoas de outros povoados se juntaram a eles, criaram um pergaminho de notícias que era distribuído gratuitamente a população (Ainda não havia internet naquele reino, só gravador), mobilizaram o povo, mostraram quem realmente era o tal rei, tiraram sua máscara em praça pública, e o fim dessa história, eu contarei em outras publicações aqui mesmo nas páginas do altiaqui.

QUALQUER SEMELHANÇA COM FATOS OCORRIDOS QUE VOCÊS CONHEÇAM, NÃO É MERA COINCIDÊNCIA.

Isso será uma saga de pelo menos mais quatro ou cinco histórias, o povo está contando e eu vou descrevê-las aqui nos próximos dias. AGUARDEM!

Um grande abraço e até a próxima.

Ademir Feliciano

 

 

 

 

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