Dr. Edison Vicentini Barroso superando a si mesmo. Não dá para não ler!

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Desordem e retrocesso!

O suspense foi desfeito: uma nação nitidamente dividida, por pequena maioria de votos, reelegeu Dilma Rousseff presidente do Brasil. É do jogo democrático! Isto, sem perder de vista a sempre possível ocorrência de fraudes eleitorais, de que dão conta fatos havidos no curso da eleição e retratados em rede social.

Todavia, isso não afasta a percepção de que o País continuará a ser saqueado, por projeto de Poder em tudo prejudicial aos interesses de todos os brasileiros (sem exceção).

A corrupção, a reinar sobranceira (do que dão conta os inúmeros escândalos de que se têm notícia), não mudará pela só reeleição. A natureza não dá saltos, assim como as pessoas não modificam seu caráter num passe de mágica.

O fantasma da ameaça às liberdades, individuais e coletivas, permanece. De igual forma, a degradação da economia – com perspectiva de piora do quadro. No mesmo tom, o desprestígio do Brasil, em contraposição ao financiamento de obras em países totalitários, qual Cuba e Venezuela (por exemplo), por via de remessa de dinheiro dos brasileiros que de fato trabalham – mediante contratos secretos, sem nenhuma transparência.

O País continuará protegendo os terroristas do Estado Islâmico (e assemelhados), por um Itamaraty irreconhecível, aparelhado pelo PT aos desígnios de todos conhecidos. Os privilégios, que aí estão, prosseguirão – quiçá, sob a proteção de instituições a serviço do esquema montado para mantê-los e aumentá-los, diante da divisão superlativa de benefícios aos “amigos do rei”, mantidos pela inércia dum povo que, em sua maioria, inda se contenta com esmolas dum programa assistencialista feito para estimular o ócio e a vagabundagem.

Vitimados, os que efetivamente trabalhamos e pagamos altos impostos, pela sedução de um programa eleitoreiro chamado Bolsa Família, que haveria de servir a situações excepcionais e fundadas, e não como regra sistemática àqueles que, podendo e devendo trabalhar, deixam de fazê-lo para se regalarem com os benefícios dos diminutos recursos pagos à população, em detrimento da solução libertadora da educação, capaz de lhe abrir a via do voto e da escolha consciente de seus destinos, não nos deixemos abater pela aparente tragédia da continuidade de estado de coisas contrário ao desenvolvimento nacional.

Tudo passa… As coisas mudam… A seu tempo! Se não passou ou mudou, é que o tempo inda não chegou. Mas chegará… A seu modo. Diante da catástrofe, resultou algo positivo: cerca de metade da população saiu da zona de conforto e mostrou-se disposta a enfrentar as mentiras dum governo que bem tem convivido com a corrupção.

O antipetismo cresce a olhos vistos, e tende a mais crescer – com o amadurecimento dos fatos e da população. Nada há oculto que se não venha a revelar e a todos mostrar! É questão de tempo e perseverança.

O recado, que surge das urnas, foi claro: o Brasil é dos brasileiros, e não do PT! Há indicativos de que, doravante, estes não mais aceitarão passivamente o que se lhes imponha goela abaixo. Surge o entendimento do sentido de cidadania, a se exercitar dia-a-dia, em todos os segmentos sociais. A exposição de opiniões e o confronto de ideias não é mais obra distante. Que o digam as redes sociais!

Pensar diferente do PT, neste País, hoje, apesar do resultado da eleição, é sinal evidente do caminho reto, da mudança, do passo à frente e para o alto – enfim, de progresso. A ninguém se dá assenhoreie de nossa liberdade, de expressão e ação. Disso, uma considerável parte da população parece ter aprendido.

Muitas vezes, perder é ganhar. Quem perde nas urnas, sabendo da luta legítima pela moralização do Brasil, verdadeiramente, é vencedor. Que a mensagem das urnas sirva à reflexão de todos, especialmente daqueles que, a servir-se da ignorância popular, fazem do Brasil um campo de batalha, esquecidos de que a guerra só começou!

Passou da hora do princípio do fim da era do jeitinho brasileiro, das tretas e arrumações à distância da decência e da ética. É chegado o tempo da prevalência dos princípios sobre os interesses pessoais, do primado da lei, doa a quem doer.

Em verdade, aqueles que votaram no PT não têm noção do mal que fizeram ao Brasil e a si mesmos, mas a terão logo mais, quando do aumento das dores e tribulações decorrentes dessa escolha. A manutenção desse verdadeiro “mar de lama” nos traz à reflexão as providências institucionais, com base na vontade popular efetivamente patriótica, que hão de advir, para que o País reencontre seu rumo, tome de vez seu prumo e se posicione altivamente no concerto das grandes Nações.

Poder-nos-ia ocorrer a indagação: até que ponto vale a pena ser honesto e ter esperança? E a resposta não poderá ser outra: vale sempre, pois, se o mal tem força, só o bem tem poder.

A bandeira do Brasil traz a inscrição – “Ordem e Progresso”. E não será pelo nítido estado atual de “Desordem e Retrocesso” que nos haveremos de apartar de continuar combatendo o bom combate, firmes no propósito de bem servir à nossa pátria, em que pese dela se sirva a ainda pequena maioria da população. Acorda, Brasil!

Edison Vicentini Barroso – magistrado e cidadão brasileiro.

 

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