Mais um texto impagável de “Edison Vicentini Barroso”.

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Quanto pior melhor!

O Brasil vai a pique, naufraga em todos os setores de atividade, como consequência direta das estripulias do desgoverno Dilma – do PT! Todos veem, todos sabem, mas muitos não admitem.

E Dilma cresce, na empáfia e nas pesquisas. Dá pinta de boa moça, com promessas de que a tudo irá acertar – como se não tivesse tido tempo de fazê-lo no mandato que se finda. E o povão, sem noção, de novo se entrega à ilusão, afastando-se do que é são.

Corrupção nunca dantes vista. Negociatas de cabo a rabo. Desvios de toda ordem. Enfim, escândalos em repetição… Em vão! Ah, população, que se entrega ao discurso dum populismo vazio de real significação.

São as mazelas de um povo inculto e despreparado, que, se pudesse, também chegaria ao poder para tirar proveito, entregue à “Lei de Gérson”. Esta a maior das pedras de tropeço do Brasil. Fosse um povo educado, a balizar-se por princípios morais inquebrantáveis, e as mentiras hoje pregadas e aceitas como verdades não resistiriam.

Contasse o País com brasileiros mais conscientes, efetivamente cientes daquilo que lhes está destinado, como filhos da Nação das nações, e o nível de exigência eleitoral seria outro. Olhemos à volta, inda que por um instante. Só aqui, no Brasil, o malfeito corre solto, desbragadamente, no claro e no escuro, no breu das coisas ou no sol a pino.

Só aqui o mal prospera e o crime compensa, sob o abrigo de leis frouxas feitas sob medida – verdadeiro paraíso dos homens maus. De novo, olhemos à nossa volta. Vejamos do que sucede, nas voltas que o mundo dá.

País em que a evidência dos fatos pouco vale (é uma constatação), contrastada pela conveniência eleitoreira de quem finge servir ao povo para dele melhor servir-se, na inescrupulosa intenção de perpetuar-se no poder – a mais não poder.

Os ardis se sucedem, sem pudor. A falta de vergonha na cara é regra. Por mais os fatos deem conta da ruína imposta à brasilidade, muitos se negam a reconhecer o abismo próximo, sem se darem conta de que a queda do País os levará de roldão.

E, por mais baixo estejamos, o buraco pode ser mais embaixo. A Perda Total (PT) está a ponto de se firmar, totalitariamente. A queda poderá ser inda maior, num retrocesso sem par, capaz de inviabilizar a vida nacional – de si mesma já tão sofrida. E, note-se, esta não é uma visão pessimista, mas a tradução realista dum caos social em vias de se agravar. Que o diga a Venezuela, por exemplo (sonho de consumo dos poderosos de plantão).

Não basta pensar o Brasil ou dele falar, é preciso amá-lo. Buscar, pois, horizontes novos, comprometidos com a ética e a decência que haverão de nortear-lhe a vida.

A pergunta é simples: está bom como está? Ledo engano! Dependendo do seu, do nosso voto, o que aí está poderá piorar. Assim, a responsabilidade é e sempre será nossa, do povo brasileiro. Nesse contexto, a escolha refletida, séria, racional, é o diferencial do destino do Brasil.

Oh! Pátria amada, hoje tão rebaixada pela aceitação incondicional das coisas que lhe tem sido impostas goela abaixo. Nesse contexto, parafraseando o grande Rui Barbosa, sinto vergonha de mim, pelo pouco que me cabe fazer. Pior, sinto pena de ti, povo brasileiro. A tal ponto que, também eu, quase chego a desanimar da virtude, a rir-me da honra e a ter vergonha de ser honesto.

 

 

Edison Vicentini Barroso – magistrado e cidadão brasileiro.

 

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