Cachoeira ofereceu R$ 150 mil pelo PRTB de Goiás

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Em uma conversa entre Cachoeira e Dadá, eles citam o PRTB e falam até do valor que “um advogado” do PRTB estaria pedindo.

01/05/2012 – 22h39 – Atualizado em 01/05/2012 – 22h39

Conversas interceptadas pela Polícia Federal durante a Operação Monte Carlo mostram o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, negociando a compra de um partido. Os áudios da PF indicam que seria a seção goiana do PRTB, cujo presidente é citado em diversas escutas.

Em uma conversa entre Cachoeira e Dadá, eles citam o PRTB e falam até do valor que “um advogado” do PRTB estaria pedindo: R$ 300 mil. Cachoeira diz para oferecer R$ 150 mil.

O presidente nacional do PRTB, Levy Fidelix, afirmou que jamais teve negociação para transferir o diretório goiano do partido. Fidelix disse que o PRTB só tem um advogado, Marcelo Duarte, que “nunca negociou nada”. E completou: “Não atendo telefone que começa com 062, que é de Goiás”.

FONTE: Gazeta online

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“Só neste país mesmo é que citações valem como contatos telepáticos e, lamentavelmente, a imprensa entra nessa”, pontua Levy Fidelix

Num país que até as citações valem como contatos telepáticos, o Fundador e Presidente Nacional do PRTB, Levy Fidelix, teve seu nome citado em gravações de ligações telefônicas nas quais o contraventor Carlinhos Cachoeira articula com seu aliado, Dadá, a compra do comando de um certo partido político, incluindo o PRP e PRTB, em Goiás. Os áudios foram obtidos e vazados para a imprensa pela Polícia Federal, durante as investigações da operação Monte Carlo.

Em Nota Oficial, Levy Fidelix relata que nunca foi contatado nem telefônica nem telepaticamente e, se fosse, comunicaria a Polícia Federal, ato contínuo. “Como fundador e representante maior do Partido, sempre defendi a política séria e propositiva com ideias claras e na defesa do povo e da democracia, história essa amplamente comprovada por mais de doze campanhas já disputadas, ao longo da minha vida, sem nenhum óbice, falta de ética ou decoro de conduta, servindo de exemplo às centenas de milhares de correligionários filiados ao PRTB, bem como centenas de parlamentares federais, estaduais e municipais já eleitos pela legenda, durante esses últimos vinte anos”, afirmou Fidelix.

“Falaram de mim sem eu nem saber que eles existem. Repito que jamais tive qualquer tipo de contato pessoal ou telepático com essa gente que apenas sonhou um projeto partidário irreal sem a mínima base e sem conhecer, minimamente, a pessoa com a qual estariam dispostas a conversar. Daí que tão somente citaram o meu nome nos diálogos entre eles. Por que motivo a imprensa toma apenas uma citação e transforma isso numa condenação reeditando uma das maiores injustiças cometidas em São Paulo, na década de 90, que foi o Caso Escola Base? É claro que isso não vai acontecer de novo, tenho certeza, mesmo porque elucubrações, ETs, e contatos imediatos de 3º grau só mesmo na mente desse tipo de gente que pensava que dialogava entre si e misturava as coisas. E de adivinhações realmente eu não entendo muito, quem sabe se videntes como a Neila Alckmin, o Chico Xavier ou o João de Deus poderiam me ajudar nessa questão no futuro”, finaliza Levy Fidelix que ainda lamenta que grande parte da imprensa seja levada a acreditar em ETs e outras coisas mais, inclusive em “Cachoeiras e Dadás”.

Campanha nacionalizada à prefeitura de São Paulo é o motivo

Bem colocado nas pesquisas e mais conhecido que representantes de grandes partidos como Gabriel Chalita (PMDB) e Fernando Haddad (PT), conforme divulgado pelo Instituto Datafolha, em 29 de janeiro deste ano (clique aqui para ler), Levy Fidelix obteve 54% de conhecimento entre o eleitorado paulistano enquanto Chalita obteve 47% e Haddad ficou com 38%, Fidelix acredita que não há outro motivo que não seja a nacionalização da campanha à prefeitura de São Paulo, que tenha provocado tanta contundência nas matérias dos “Cachoeiras e Dadás da vida”. O objetivo primeiro, com essas citações bombásticas, seria denegrir sua imagem e prejudicar seu desempenho nas eleições majoritárias à prefeitura, em outubro próximo. “Eu sempre trabalhei muito por uma política propositiva focada na necessidade do povo, buscando soluções criativas e viáveis para sanar os problemas em ordem nacional, regional e municipal, já que sou um político conhecido e reconhecido em todo o país. Por exemplo, a mobilidade urbana, que há mais de 15 anos defendo, através do nome Aerotrem é uma das minhas bandeiras mais conhecidas em todo o Brasil e não apenas em São Paulo”, afirma Fidelix. “Quando, em 1996, pela primeira vez falei sobre essa possibilidade do Aerotrem substituir o metrô, grande parte da imprensa chamou de utopia e agora, vejam só, o Aerotrem está sendo copiado pelos correligionários do pré-candidato José Serra (PSDB), que estão construindo um total de 60 Km do projeto na capital paulista, sendo 20 Km do Jabaquara ao Morumbi, 20 Km entre a Vila Prudente e São Mateus e outros 20 Km de Tamanduateí até São Bernardo”.

“Até mesmo a presidente Dilma teve seu discurso de 1º de maio baseado na minha plataforma política, pois, na campanha à presidência em 2010, a redução drástica dos juros bancários foi uma de minhas maiores bandeiras, afinal os bancos sempre praticaram os juros altos, tão perniciosos à sofrida população brasileira, drenando mais de R$ 200 bilhões do erário federal. A eliminação de impostos da cesta básica é outra de minhas bandeiras, assim como o Ministério das Calamidades Públicas. Em São Paulo, nesse período de pré-candidatura a prefeito, outras propostas minhas de interesse do paulistano, em si, já chegaram à população muito mais rápido do que os candidatos mais bem colocados Haddad, Serra e Chalita estão fazendo. Além do mais, outros candidatos, em especial o Haddad, não estão sensibilizando em nada o eleitorado, por isso, alguns caciques se aproveitaram para tentar me abater em pleno voo de campanha rumo à prefeitura, sabedores, esses mesmos caciques, que vou dar muito trabalho nos debates televisivos pelo conhecimento e domínio que possuo nesta área. Com certeza é fogo amigo e quem manda no Ministério da Justiça, na Polícia Federal e nos arapongas em geral, não sou eu, mas padrinhos poderosos de outros candidatos”, finaliza o prefeitável.

Assessoria de Imprensa – PRTB

 

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