Dárcy Vera presta esclarecimentos em seu Blog. quarta-feira, 16 de novembro de 2011

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Esta é a quarta vez que envolvem o meu nome indevidamente


Hoje à tarde minha assessoria de imprensa recebeu uma ligação da EPTV dizendo que tinha cópia de um depoimento da estelionatária, acusada de pegar dinheiro para suposta venda de casas populares, dizendo que ela havia citado o meu nome e de minha irmã como participantes de seu golpe. Ocorre que assim que tomei conhecimento, mesmo sem ter cópia do depoimento, MARQUEI UMA COLETIVA COM TODA A IMPRENSA para esclarecer e OFERECER a polícia e ao Ministério Público todas as FITAS GRAVADAS de TODOS os sorteios de casas e apartamentos realizados na minha gestão.


Esclareço que:

1) Esta é a QUARTA VEZ que tentam envolver o meu nome em golpe desse tipo.

a) A primeira vez foi um rapaz que arrecadava dinheiro em meu nome, usando um recibo falsificado da ONG Movimento do Bem. Ele foi ao Móveis Robusti e pediu 2 mil reais. Como ele mandou um motoqueiro ir receber, a loja não pagou. A loja de móveis me ligou e pedi imediatamente para chamar a polícia. Este estelionatário foi preso em flagrante.
b) A segunda vez foi um rapaz que se passava por servidor público, José Roberto Ricci e usava da mesma tática acima para aplicar golpes em comerciantes da cidade. Um motoqueiro também buscava dinheiro e como o empresário não pagou, porque achou suspeito, me avisou e chamamos a polícia. Também foi preso.
c) A terceira vez foi um rapaz vendendo ATESTADO MÉDICO, com blocos da prefeitura e carimbos de médicos, se passando por meu amigo e pessoa de minha confiança. Também fizemos a denúncia e também foi preso.
d) Esta é a quarta vez como sempre ocorre com estelionatários, que se utiliza desse perfil para se mostrar próximo as pessoas, com má intenção e que inclui meu nome. Irei fornecer todas as gravações de sorteios FEITOS PELA PREFEITURA para a polícia e o Ministério público para ajudar nas investigações. Peço que qualquer pessoa que se utilizar de meu nome para pedir ajuda financeira ou levar vantagens, sejam denunciados a polícia.

2) Esclareço que Não conheço a estelionatária.

3) TODOS sabem que respondo e encaminho solicitações que são enviadas por twitter, facebook, orkut, sites e e-mails da prefeitura e telefones. Inclusive de munícipes com denúncias, assuntos de falta de água, concurso público, tapa buracos, falta de médico, recapeamento, inscrição do Minha Casa Minha Vida, etc…

4) Minha irmã NÃO trabalha na Prefeitura e da mesma forma que eu, tem interesse que se esclareça a situação envolvendo o seu nome.

5) Todas as famílias que receberam casas do CDHU fazem parte do desfavelamento e tiveram seus nomes publicados no Diário Oficial do município. Os nomes das famílias foram previamente cadastradas e congelados para impedir o crescimento da favela e garantir-lhes moradia.

6) O cadastramento foi feito pelas assistentes sociais para o desfavelamento e casas do CDHU, servidoras públicas efetivas da prefeitura com rigor e transparencia. Tanto é que a lista é pública. E somente as pessoas que tiveram seus nomes congelados é que tem direito as moradias do Conjunto habitacional Paulo Gomes Romeo (692 casas do CDHU).

7) As inscrições feitas diretamente via CDHU – como no caso dos 224 apartamentos sorteados no dia 28 de fevereiro de 2010, realizado no estádio Santa Cruz e divulgado pela imprensa, tinha mais de 10 mil pessoas presentes. O sorteio foi feito pelo ESTADO E NÃO PELA PREFEITURA.

8) Com relação a COHAB a lista dos interessados em moradia, que não fazem parte do desfavelamento, a lista dos interessados é enviada a Caixa Econômica Federal (CEF) que faz uma análise com seus técnicos, fazendo levantamento das pessoas se tem restrição ou nome no SCPC, SERASA, que não tenham participado de outros programas habitacionais e outras exigências. Até mesmo das que querem usar o FGTS como parte do pagamento do custo imobiliário. Portanto a PREFEITURA e a COHAB não tem como interferir no processo de seleção e análise das pessoas que serão contempladas com sua casa.

9) TODAS as pessoas interessadas e aprovadas pela Caixa Econômica Federal (CEF) tem seus nomes repassados para que a COHAB faça o sorteio das chaves e a COHAB – GRAVA EM VÍDEO para que haja transparência. O sorteio é acompanhado por funcionários da CEF.

10) TODOS os apartamentos do “Minha Casa Minha Vida” do governo Federal entregues no residencial Wilson Toni foram feitos obdecendo os critérios de demanda aberta ou fechada. No caso de demanda fechada é para o desfavelamento como ocorreu na Favela do Brejo. Já demanda aberta é feito sorteio público na Cava do Bosque para que todos possam assistir e também é GRAVADO EM VÍDEO para que haja transparência. O sorteio é acompanhado por funcionários da CEF. No caso da demanda fechada, todos os casos são acompanhados e deliberados pelo Conselho de Moradia Popular. São eles que autorizam.

11) Coloquei TODAS AS FITAS GRAVADAS de TODOS os sorteios de chaves da COHAB e casas/apartamentos do CDHU da minha administração a disposição da polícia e Ministério Público para esclarecer as denúncias feitas.

12) Será importante fazer o cruzamento de informações entre a COHAB, CDHU e CEF.

13) A COHAB já fez 2 boletins de ocorrência. Um em Franca e outro em Ribeirão.

domingo, 20 de novembro de 2011

Coisas que a população precisa saber – CDHU

Até que enfim a imprensa começa a mostrar que as famílias cadastradas pela COHAB e que tem direito a casas do CDHU no projeto de desfavelamento, ocorreram no ano de 2007, na administração do Welson Gasparini. A relação foi publicada no Diário Oficial do dia 18 de Setembro de 2007. Em 2007, entre as relações, estão 103 casos apenas o primeiro nome ou apelido. Outra situação é que os 224 apartamentos sorteados no Estádio Santa Cruz no dia 28 de Fevereiro de 2010, também foi feita pelo governo do Estado de São Paulo (CDHU) e não pela prefeitura de Ribeirão Preto. Quem foi sorteado como ganhador oficial ou suplente, tratou diretamente com o CDHU e não com a prefeitura. Quem era o gerente regional do CDHU naquela época era o Evaldo Jardim. Ele sempre teve uma postura de transparência. No governo do Estado, quem respondia pela Habitação era o Lair Krähenbühl, que se colocou a disposição da Polícia para esclarecimento. As 692 casas do CDHU do Conjunto Paulo Gomes Romeo, tão faladas nas reportagens são para o desfavelamento da região atrás do aeroporto.

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