R$ 120.000,00 para a falta de educação e o desrespeito

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R$ 120.000,00 para a falta de educação e o desrespeito

Advogado da Prefeitura teria ofendido fornecedora.

O escritório do advogado Evaldo José Custodio, como é sabido de toda população, é contratado da Prefeitura Municipal de Altinópolis para prestar serviços de Consultoria e Assessoria Jurídica para o executivo e para tanto recebe a bagatela de R$ 120.000,00 a cada dez meses (Uma verdadeira fortuna para uma cidade do porte da nossa), porem, o que nos leva a indignação e a fazer esta matéria, seria a falta de educação, brutalidade e desrespeito do advogado truculento principalmente com mulheres.

Vários relatos já nos foram dados por funcionários, falando da agressividade com que o tal advogado trata quem o procura ou está em sua presença com alguma indagação, haja vista o tratamento dado por ele a uma inspetora de alunos, onde ao ser indagado por ela sobre determinada questão; teria respondido: A lei aqui em Altinópolis sou eu!

O senhor de cabelos brancos é um grosso sim e eu mesmo já pude constatar. Creio que ele ainda não se deu conta de seu papel, e não liga para o fato de estar recebendo seu ENORME salário com erário publico, ou seja, está La para nos servir e servir bem. Coisa que não faz.

Dias atrás aconteceu um fato que nos foi autorizado pela parte ofendida a relatar no altiaqui e o faremos agora.

Participavam de uma espécie de licitação, (pois da forma como foi conduzida só posso usar o nome ESPÉCIE) para aquisição de material escolar, na sede da Secretaria de Educação, (sem a presença de ninguém do setor de licitação e comandada pela Secretária), lojas do setor de nossa cidade, alem de uma proposta sem representante, apenas com o envelope aberto contendo os preços dos itens a serem licitados. (Seria esta loja de fora da cidade). Eram três no total, duas da cidade (Lojinha do Coração e Copyalti e a terceira que seria de fora.

Não vou entrar no mérito da discussão sobre a legitimidade do certame da forma como estava sendo conduzido, porem não era a forma mais correta de se adquirir produtos para entidades publicas.

Em certo momento do pleito, devido à discordância por parte de uma fornecedora na condução do mesmo, teria a Secretária, solicitado a presença de um representante do setor de compras de nome Fabio e de sua AUTORIDADE o advogado “Evaldo José Custodio” que compareceram ao local.

Reuniran-se na sala da Secretária, e uma das fornecedoras ao ouvir seu nome sendo pronunciado quis saber do que se tratava, e então teria sido repreendida de forma muito mal educada pelo advogado que a teria dito “Espere La fora”! Com tom de autoritarismo e arrogância.

 

Numa outra intervenção por parte da fornecedora o advogado teria ido alem e dito a senhora simplesmente o seguinte: “cale a boca”. Como ser fosse ele o dono de toda a situação, sem respeito algum por uma fornecedora que alem de ser fornecedora de matérias escolares à rede publica de ensino, é comerciante local e MULHER!

 

Como pode um advogado que é funcionário do município agir assim com uma Mulher? Com homem também não seria digno, mas com uma mulher é covardia. E ainda recebe para isso!

Senhor Prefeito Municipal, tome as providencias que vossa excelência já deveria ter tomado há muito tempo com esse advogado, pois a fama de ditador e mandão do tal vem extrapolando todos os limites do aceitável. È fácil perseguir um funcionário que denuncia irregularidades ou que não tenha lhe dado, seu voto na ultima eleição (típico de ditadores e perseguidores) O que o senhor fará em prol da fornecedora ofendida frente a muita gente por um funcionário (empregado nosso) do município?

A fornecedora profundamente ofendida na condição de mulher, mãe de família, trabalhadora e comerciante local foi a senhora “Teresa Júlia”, proprietária da “Lojinha do Coração” que é uma das pessoas mais queridas e agradáveis do município. Isto sem falar de sua tradicional família e do respeito que ela, sua irmã, e funcionários têm ao atender o publico em sua loja.Eu sou testemunha.

Isso não se faz. Isso é coisa de animal, típico de “Cavalos” e não de um advogado do município que deveria estar ali para orientar, muito bem atender, e fazer jus á fortuna que recebe.

Presenciaram o fato:

Cátia Bueno da escola “Trossel

Eliana Magalhães da escola “Coronel

Fatima Osório da escola “Ermelinda

Silvia da escola “Cascata

Eliane Ap. Silva Oliveira da escola “Alaide

Presente no prédio e que também teria ouvido tudo, a senhora Ana Maria Carneo, alem da representante da loja COPYALTI.

Tudo nos foi devidamente confirmado pela ofendida, senhora “Teresa Júlia”.

Sem querer ofendera aos animais, mas este senhor não poderia ocupar o cargo que ocupa dentro da prefeitura de uma cidade, ganhar o que ganha e agir como um verdadeiro animal.

Ademir Feliciano

Filiado à ABAJIAssociação Brasileira de Jornalismo Investigativo

 

 

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