CURTINHAS DO ALTIAQUI- ATRASADAS POR FRATURA!

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CURTINHAS DO ALTIAQUI- ATRASADAS POR FRATURA!


Cumprindo todas as leis

Clara como água que brota da fonte mais pura e límpida o direito de resposta concedido pela Meritíssima Juíza da Comarca de Altinópolis à Câmara Municipal que sentiu ofendida com matéria publicada por mim. Publicaremos o direito de resposta na próxima edição do “Nóis aqui”!

È desta forma que se solicita reparação a possíveis danos causados ou presumidos a quem se sente ofendido por matérias da imprensa, e não com violência ou atentado contra a vida.

Sinto-me orgulhosíssimo em poder dar o direito de resposta, tanto que não haveria a necessidade de recorrer à justiça, bastaria me solicitar e eu democraticamente atenderia.

Quero ressaltar a postura magnânima da Meritíssima Juíza, ao subtrair do texto de resposta os parágrafos, Primeiro e Sétimo que realmente eram ofensivos e não condiziam com finalidade de responder a uma possível inverossimilhança, o que poderia causar mais litígio.

Quero destacar também que a Meritíssima Juíza Doutora Maria Esther Chaves Gomes, Indeferiu pedido feito pela autora (Câmara Municipal) para que os exemplares de meu jornal fossem entregues naquela casa de leis e por La distribuídos.

Estamos e estaremos sempre prontos e a disposição da justiça, mas gostaria de me permitir à liberdade da licença poética e chamar a Meritíssima de você na frase que mais lhe cabe em minha modesta concepção.“Se todos fossem iguais a você, que maravilha viver”.

Jornalismo justo, imparcial, investigativo, corajoso e denunciativo em prol da verdade.

“Assim são, o Altiaqui e o Nóis aqui

Tentar calar a nossa voz, por varias vezes já foi tentada em Altinópolis, sem sucesso. Vários B.Os, processos e ameaças,porem, atentado contra minha vida eu juro que não esperava.

Levei pauladas na cabeça que em certo momento cheguei a acreditar que morreria. Quando o agressor se foi, tive a presença quase imediata de um visinho de escritório (JURA) que o viu sair com um objeto na mão, e eu posso atestar que este objeto era o “pau” que fraturou meu crânio. “Jura” já declarou em depoimento ao delegado, tê-lo visto sair pelo corredor de meu escritório com o tal objeto.

Quero dizer a vocês que a dor das pancadas não são nada perto da dor dos que sofreram comigo, familiares, esposa, amigos, mãe, irmãos e filhos.

Rogo a Deus que nenhum deles, ou ninguém faça justiça com as próprias mãos, que não nutra em seus âmagos o pior dos sentimentos que é o ódio.

Saber que minha filha passou mal ao ver a noticia na imprensa, que meus filhos ficaram revoltados, que minha velha mãe de 83 anos deparou-se com a imagem de seu filho todo lavada em sangue, que minha esposa hipertensa quase não agüentou; que meus verdadeiros amigos choraram e sofreram comigo, ou mais que eu, me deixa horrorizado.

Mas a minha crença na justiça que já era muito grande aumentou deveras e sei que ela se fará cumprir.

Conforta-me saber que familiares do agressor também se indignaram com a tentativa de assassinato cometida por um insano, mas quero ressaltar que lutarei apenas por justiça e me compadeço com a dor de vocês, pois imagino que tanto para a família do agredido quanto a do agressor, a dor pode se assemelhar.

O altiaqui e o “Nóis aqui” jamais cessarão de mostrar, noticiar e dizer as verdades sempre baseados em provas e documentos.

BOATOS, BOATEIROS E BOATARIAS

Corre pela cidade que muitos ou a maioria da população está estarrecida com o fato ocorrido contra minha pessoa, e que torcem por justiça. Isso me deixa muito feliz.

Porem corre também que alguns disseram que eu deveria ter morrido, pois vivo falando mal da vida dos outros. Respeito à postura de vocês, mas não morri e não morrerei sem que o pai maior queira.

Recebi e-mails de solidariedade e um único que disse “BEM FEITO”! Pena que essa pessoa não se identificou. A vocês que desejaram minha morte, quero dizer que não desejem a morte de ninguém, eu não falo mal da vida das pessoas, eu apenas aponto irregularidades e tenho coragem de estampar, coisa que muitos de vocês não têm.

De qualquer forma, não fiquei triste com vocês, só me causou surpresa quando soube que alguns de vocês vão à missa todos os domingos e comungam. Que fé inabalável vocês devem ter no criador.

 

Ademir Feliciano

Filiado à ABRAJI-Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo

 

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