CRÔNICAS DE ANINHA!

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Aninha, 38 anos, licenciada em História pelo CEM “Barão de Mauá”. Gosta de bom copo, boa mesa e boa cama! Ultimamente tem sido chamada de Diaba Loira, Mosca na Sopa e Capeta em forma de gente, por viver azucrinando quem merece. Cara de pau de nascença, espírito livre, não se intimida diante da mediocridade e da inveja de alguns e sentimento de vingança de outros, ou de tudo isso junto.

Vira e mexe gosta de citar Zagallo: Vão ter que me engolir!

Enfim: Aninha é uma figura expansiva e solar, “queiram” eles ou não, em torno da qual só resta aos outros orbitar!

Ah! Modéstia é seu forte!

 

Disparada (Composição: Geraldo Vandré e Theo de Barros)

 

Prepare o seu coração
Prás coisas
Que eu vou contar
Eu venho lá do Sertão
Eu venho lá do Sertão
Eu venho lá do Sertão
E POSSO NÃO LHE AGRADAR…

Aprendi a dizer não
Ver a morte sem chorar
E a morte, o destino, tudo
A morte e o destino, tudo
Estava fora do lugar
*Eu vivo prá consertar…

Na boiada já fui boi
Mas um dia me montei
Não por um motivo meu
Ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse
Porém por necessidade
Do dono de uma boiada
Cujo vaqueiro morreu…

Boiadeiro muito tempo
Laço firme e braço forte
Muito gado, muita gente
Pela vida segurei
Seguia como num sonho
E boiadeiro era um rei…

Mas o mundo foi rodando
Nas patas do meu cavalo
E nos sonhos
Que fui sonhando
As visões se clareando
As visões se clareando
Até que um dia acordei…

Então não pude seguir
Valente em lugar tenente
E dono de gado e gente
PORQUE GADO A GENTE MARCA
Tange, ferra, engorda e mata
MAS COM GENTE É DIFERENTE…

Se você não concordar
Não posso me desculpar
Não canto prá enganar
Vou pegar minha viola
Vou deixar você de lado
Vou cantar noutro lugar

Na boiada já fui boi
Boiadeiro já fui rei
Não por mim nem por ninguém
Que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse
Por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu
Querer ir mais longe
Do que eu…

Mas o mundo foi rodando
Nas patas do meu cavalo
E já que um dia montei
Agora sou cavaleiro
Laço firme e braço forte
Num reino que não tem rei

*Não tenho essa pretensão, sou apenas uma pequena fagulha que junto a muitas outras luta pela CIDADANIA e pela LIBERDADE DE EXPRESSÃO em Altinópolis. Queremos apenas uma sociedade mais JUSTA E IGUALITÁRIA.

Aos COVARDES e PARVOS de plantão:

Carta anonima não serve para nada, mas vi tanta baboseira junta que 2 coisas me incomodaram por demais:

1. Estória – história – consultar o dicionário etmológico Nova Fronteira da Língua Portuguesa de Antonio Geraldo da Cunha. Lá se observa que quando procuramos por estória, indica-se que procuremos por:

· história: sf ‘cronica, relato’.

Já no Dicionário Michaelis da Lingua Portuguesa …

· es.tó.ria

· s. f. História. (Apesar de alguns fazerem distinção entre estória e história, recomenda-se apenas a última grafia, tanto no sentido de ciência histórica, quanto no de narrativa de ficção, conto popular, e demais acepções).

Será que vocês não prestam nem para pesquisar antes de escrever?

2. O texto é tão ruim, tão enfadonho e o papel muito duro, então…

· É preferível ler bula de remédio no banheiro.

· Ela não serve nem para limpar as partes íntimas após a evacuação.

Na Chapa da Aninha é assim: ou você fica ao ponto ou você sai queimado!!!!

Ana Maria Gomes da Silva Contato: aninha@hotmail.com

 

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