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COLUNA ANA MARIA GOMES DA SILVA (Aninha)

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Aninha, 38 anos, licenciada em História pelo CEM “Barão de Mauá”. Gosta de bom copo, boa mesa e boa cama! Ultimamente tem sido chamada de Diaba Loira, Mosca na Sopa e Capeta em forma de gente, por viver azucrinando quem merece. Cara de pau de nascença, espírito livre, não se intimida diante da mediocridade e da inveja de alguns e sentimento de vingança de outros, ou de tudo isso junto.

Vira e mexe gosta de citar Zagallo: Vão ter que me engolir!

Enfim: Aninha é uma figura expansiva e solar, em torno da qual só resta aos outros orbitar!

Ah! Modéstia é seu forte!

 

Eu não queria ser eu… Eu queria ser ele… (Aliás, mais alguns queriam ser ele!)

Olá Amigos, hoje vamos nos encontrar novamente com minha Prima Geralda, desta vez para narrar um “causo” que nossa querida avó Sebastiana costumava contar quando Ge ainda era meninota.

Na mesma cidadezinha de temperatura agradável, altitude considerável e linda de se viver, localizada nos arredores de Caruaru, há muitos anos atrás aconteceram fatos que abalaram as estruturas da pequena cidade para sempre.

Semanalmente, aparecia por lá, um jovem mascate, carismático e cheio de boa vontade, para comercializar suas quinquilharias. Atendia tão bem as pessoas, sem fazer distinção de nada, que logo ficou famoso por aquelas paragens. Anos se passaram, e um dia um Alto funcionário da administração pública local, visando o desenvolvimento da cidade, convidou o jovem mascate a fixar residência e comercio por lá. O comerciante que carinhosamente chamaremos de Sr. Ele, ficou de pensar e tempos depois se estabeleceu na Cidade Encantada. A principio o alto funcionário que obrigatoriamente chamaremos de Sr. Eu, ficou aparentemente radiante. Aparentemente e inicialmente, porque em pouco tempo, Sr. Ele tornou-se objeto de admiração, alegria e alento para a maioria dos moradores, já tão fustigados por anos ininterruptos de coronelismo, usurpação dos bens públicos e voto de cabresto.

 

Foi aí que a porca torceu o rabo! A “nata” (azeda) da sociedade local passou a sentir-se ameaçada ante tal popularidade, mas politicamente, Sr. Ele não representava perigo. O problema era outro, de ordem pessoal. Sr. Eu e mais os outros se roíam de inveja do jovem mascate, pois Sr. Ele tinha mente aberta, coração generoso e espírito livre. Sr. Eu, inconformado de não mais brilhar sozinho, juntou-se com mais uma vintena de “homens de bem” e começaram a questionar:

Como um forasteiro, sem sobrenome ilustre, pobre desconhecido pode ser:

Realizado profissionalmente, bem resolvido sexual e emocionalmente, ter casado por amor, continuar amando a mesma mulher e lhe ser fiel, ter filhos normais e bem resolvidos e ainda por cima ser cristão na verdadeira acepção da palavra?

Ah… Isso já era demais pensava Sr. Eu e os Outros!

E pior das infâmias bradava Sr. Eu:

― Não é possível! Além disso, tudo esse talzinho ainda teve uma infância feliz, cheia de amigos sinceros. Seu pai nunca freqüentou cabarés e sua mãe quando precisava o corrigia com severidade, mas na maioria das vezes o tratava com o Amor abnegado que só as mães normais sabem dar.

Moral da história:

“A inveja bestifica os Homens e faz sofrer toda uma população”. (Aninha)

“O termômetro do sucesso é apenas a inveja dos descontentes”. (Salvador Dalí)

“O número dos que nos invejam confirma as nossas capacidades”. (Oscar Wilde)

ATENÇÃO: Isto é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Somente eu e minha Prima Geralda é que somos personagens reais. Utilizei o nome de Ge, pois é uma prima muito querida e de humor impagável!

Ana Maria Gomes da Silva – contato: aninhabeauty@hotmail.com

 

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