Auto Elétrica “PROVIDENCIA” E O Centro da Polemica!

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Auto Elétrica “PROVIDENCIA” E O Centro da Polemica!


Desde que começamos nosso trabalho frente ao altiaqui, com denuncias e posições que visam à lisura total no trato da coisa publica, temos recebido fortes indicações por parte de populares sobre a propriedade do Centro Automotivo Providencia, que segundo algumas pessoas, pertenceria ao Nobre Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Altinópolis, Luis Carlos da Silva (Carlão do Som) e que para tanto não poderia conforme a lei, prestar serviços a administração municipal. E o centro automotivo presta!

Mesmo as denuncias, à época tendo sido feitas apenas de forma verbal e por intermédio de telefonemas, resolvemos tirar a limpo e inclusive entrevistamos o vereador “Carlão” sobre o fato. A entrevista foi ao ar no dia 01/04/2010 às 17h03min sob o titulo “Altiaqui e Carlão do Som- Cara a Cara – Olho no Olho, e quando perguntado sobre o referido centro automotivo, que na oportunidade usei o termo “Auto Elétrico”, o vereador respondeu o seguinte:

Montei o Auto Elétrico sim, mas antes de me candidatar novamente a vereador, vendi minha parte e fiz questão de dizer em contrato que gostaria que minha esposa fosse contratada de carteira assinada e continuasse a trabalhar no local. Isso foi feito, minha esposa é funcionaria do auto elétrico e eu não tenho absolutamente participação nenhuma”.

Porem, na data de 30/06/2010, tivemos acesso a um documento oficial, B.O(boletim de Ocorrência Policial) datado de 10/04/2010 às 10h45min, prestado pela senhora , esposa do vereador “Carlão”, e quando descreve o fato (extravio de cheque) se declara proprietária da referida “Auto Elétrica”.

 

Fosse a ilustre senhora , proprietária da auto elétrica, não poderia por força de lei, prestar serviços a prefeitura, sob pena de favorecimento ao seu marido vereador do município, e pela burla aos princípios de igualdade e imparcialidade nas compras e prestações de serviços na esfera publica.

Ouvimos por telefone o vereador “Carlão do Som” que nos informou estar em São Paulo, mas que mantinha o que já havia dito em entrevista aqui já citada, e que deveríamos procurar o senhor “Carlos” que é o verdadeiro proprietário da auto elétrica, disponibilizando-nos inclusive o telefone do mesmo.

Falamos então com Carlos Alberto, que de pronto nos informou que a esposa do vereador é apenas funcionaria, e que não detém participação societária na empresa.

Ao se referir ao B.O, disse que pode ter havido um erro do escrivão ao preenchê-lo, talvez por fazer associação com a propriedade passada que era do vereador.

Disse ainda, que comprou o “Providencia” em 2008, e que por força de clausula contratual, contratou a esposa do vereador como sua funcionaria.

Carlos Alberto deixou bem claro que se sua empresa fosse acusada de irregularidades, processaria quem o fizesse e o faria provar, alias com toda razão! Cabe sim o ônus da prova a quem acusa e é legitimo a irrefutável, o direito de quem se sente lesado, procurar pela justiça para desfazer maus entendidos ou calunias, desde que não tenham fundamento de verdade.

Em cidades pequenas, as pessoas costumam procurar pêlo em ovo”. Palavras proferidas por Carlos Alberto.

Ouvimos todos os lados, temos o documento oficial em mãos, e não estamos acusando absolutamente ninguém.

Porem devemos verificar de que forma a prefeitura municipal usa os serviços do “Providencia”, ou seja:contrata diretamente, ou faz cotação de preços em todos os estabelecimentos da cidade que tenham o mesmo fim? Auto Elétrica!

Sim, porque se não estiver cotando os outros auto elétricos, seja por que razão for; mesmo não pertencendo o “Providencia” ao vereador ou a sua esposa, mesmo assim, estaria a prefeitura municipal incorrendo no erro grave de contratar serviços sem a necessária cotação de preços, visando o principio da economicidade para o município e da oportunidade de igualdade na participação de todos. Isto SÊ!

Esta questão porem deve ser motivo de investigação, ou pelo menos de esclarecimento por parte da câmara municipal, no sentido de elucidar de vez essa pendenga e assim também saber de que forma o executivo contrata tais serviços.

È um direito nosso saber, dos vereadores requererem e da prefeitura informar.

OBS: Eu acho estranho num contrato de compra venda de empresa, que: quem comprou tenha que contratar a esposa de quem vendeu, mas …. isso só pertence a quem comprou e a quem vendeu.

Lembrem caros leitores, que a bem pouco tempo eu fui questionado em mural de recados pela suposta “OUVIDORIA DA PREFEITURA” sobre a propriedade do “nois aqui” estar em nome de minha esposa, e nem vereador eu sou!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Ainda hahahahaha!

Ademir Feliciano

Filiado a ABRAJI- Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo

 

 

 

 

 

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