Altiaqui ouve as pessoas citadas por dona Vera e o responsável pelo Hospital de Misericórdia.

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Altiaqui ouve as pessoas citadas por dona Vera e o responsável pelo Hospital de Misericórdia.

Num trabalho jornalístico dos mais sérios, o altiaqui procurou pelas pessoas citadas por dona Vera no caso “Ronaldo” e traz agora suas posições.

Alem das pessoas citadas, ouvimos também o Dr. Fabio Nardelli, diretor técnico do Hospital de Misericórdia, Dr. Eliezer Walter Gentilini, presidente da OAB Altinópolis e o Advogado, Dr. Edson Z. Mellis Toloi, nomeado e designado para o caso.

Segundo posição do Dr. Eliezer Gentilini, o caso seria de internação do rapaz, porém, para isso ele deveria estar disposto a se internar. Quanto à citação de dona Vera sobre a postura do Advogado Dr. Uriel, Dr. Eliezer diz que até onde sabe, Dona Vera teria procurado a OAB para tentar a interdição do rapaz.

O delegado de policia Dr. Cezar Augusto de França, informou que levou sim Ronaldo uma vez ao hospital, e que o mesmo se encontrava em estado de “abstinência” se recusando a ser medicado, e não vendo outra solução, o soltou, e Ronaldo saiu correndo do local. Relatou ainda o Ilustre delegado, que aos sete de abril de 2010, foi registrado naquela delegacia, boletim de ocorrência cautelar de eventuais problemas, boletim este registrado por Willian José, Secretário de Saúde do município, uma vez que Ronaldo havia se evadido do hospital e estaria causando problemas para a família.

 

Dr. Fabio Nardelli, diretor técnico do Hospital de Misericórdia, nos informou por telefone que o Hospital não pode falar de casos específicos, sob pena de ferir a ética medica, mas que em casos como o de Ronaldo, a internação só pode ser feita se o paciente consentir ou estiver em eminente risco de vida, ou ainda, com autorização judicial.

Dr. Uriel D’alpicollo, disse que atendeu dona Vera e a orientou a procurar ajuda de instituição especializada, inclusive tendo se oferecido a conseguir o telefone de uma em Ribeirão Preto, e para tanto, solicitou o numero de dona Vera para posteriormente fazer contato.

Teria dito ainda a dona Vera, que a interdição de Ronaldo não resolveria o problema, e que o caso seria de internação. Tendo a encontrado certa vez na rua, perguntou-lhe sobre o caso e ela não teria demonstrado muito interesse.

Sobre a frese que dona Vera disse ter ouvido de Dr. Uriel “a senhora terá que conviver com o problema de seu filho” alega o advogado não ter falado.

Dr. Edson Z. Mellis Toloi, também por telefone nos disse que atua só em casos de crimes comuns e não de crimes contra a vida.

Aguarda a denuncia do Ministério Publico para ver se poderá atuar no caso, uma vez que não tem inscrição para atuar no Tribunal do Júri, e dependendo da denuncia terá que abandonar o caso. Porem aguarda documentos que deverão ser entregues pela mãe de Ronaldo, para quem sabe, pedir e liberdade provisória.

O Secretário de Saúde Willian José informou que todas as vezes que foi procurado por dona Vera, atendeu-lhe de pronto, e nunca lhe negando ajuda.

Disse ainda que um psiquiatra, uma psicóloga e ele próprio, estiveram na casa de Ronaldo, o ouviram e trouxeram para o hospital, mas Ronaldo negava a ajuda medica, chegando a fugir do hospital.

Confirmou o registro de um B.O na delegacia e disse que o fez para proteger a integridade da mulher de Ronaldo que está Grávida e de sua mãe.

O referido B.O, encontra-se copia em poder do altiaqui, e podemos atestar a veracidade do que diz o Secretário de Saúde Willian José.

A cópia do B.O foi gentilmente cedida por Dr. Cezar Augusto de França.

Ademir Feliciano

 

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