Últimas Notícias
- JARDIM LUIZA: TUDO DISCUTIDO E NADA RESOLVIDO!
- Sindicato: como funciona e qual sua importância
- COLUNA ANA MARIA GOMES DA SILVA (Aninha)
- Licitações fraudadas continuam liderando as irregularidades encontradas pela CGU em municípios
- Sala de Informática em Funcionamento
- Moradores do Jardim Luiza Reagem a Valor Oferecido Pela Prefeitura!
- Primeira Dama de Santo Antonio da Alegria Recebe Deputada “Rita Passos”!
- S.O.S NORDESTE! A “Trupe Alegria e Farrapos” Presta Contas!
- Presidente do Sindicato Aceita Convite do altiaqui e Rasga o Verbo em Entrevista!
Dicas da boa pesca!

Dez dicas do bom pescador
I - Procure compreender a natureza para viver idealmente com ela. Quanto melhor você conhecer mais amará e mais ela retribuirá a sua dedicação.II - Sempre que você puder, denuncie a poluição de um Rio, de uma Baía, de um Lago, de um Riacho. Salvar os peixes é lutar pela qualidade de vida ambiente.
III - 0 bom pescador procura associar-se a grupos, a clubes, a agremiações ou a circulo de amigos e jamais pescar sem a devida licença.
IV - Denuncie sempre que saber, aqueles que violam as leis da pesca ou as leis da natureza, maus pescadores, que usam métodos furtivos e violentos na pesca devem ser denunciados ás autoridades e punidos, a fim de que preservemos a natureza para os nossos filhos e todas as gerações futuras.
V - Volte a colocar na água os peixes pequenos ou aqueles que não irá servir para a sua alimentação.
VI - Faça respeitar respeitando a propriedade alheia, feche as porteiras, não destrua as árvores nem cercas, não maltrate animais, evite poluir as margens e praias de rios, costas marítimas, lagoas, ou banhados.
VII - Sempre que possível, dê preferência às iscas artificiais.
VIII - Se você souber ou não nadar, não importa, jamais deixe de levar o seu salva vidas em suas excursões de pesca.
IX - Respeite o seu companheiro de pescaria e evite ser desleal.
X - Mesmo sozinho, na solidão do rio ou mar seja um grande esportista, conduzindo-se
com toda dignidade e correção.
Dicas para pescar em dias frios:
No inverno, com a redução da temperatura do ambiente e, conseqüentemente das águas, os peixes acabam diminuindo sua atividade. Como a temperatura é um fator determinante para o metabolismo dos peixes, a sua queda faz com eles comam e nadem menos. Isso, entretanto, não quer dizer que as pescarias nos meses frios fiquem comprometidas. É exatamente nesse momento que o pescador deve colocar em prática o seu conhecimento sobre as espécies – inclusive hábitos - que pretende capturar, e montar a sua estratégia de pesca. Uma pergunta fundamental que o pescador deve saber responder durante todo o tempo é: onde está o peixe agora? Em condições de clima frio, eles buscam melhores condições de temperatura se deslocando para as regiões mais profundas dos rios e lagos. Com isso, já se tem um dado importante: iscas artificiais de fundo funcionam melhor nos dias frios.
Trabalhando com a nossa estratégia de pesca, deve-se lembrar que se o peixe está menos ativo, ele não estará disposto a muitos esforços para capturar suas presas. Portanto, iscas artificiais trabalhadas de forma mais lenta, e que representem presas mais fáceis, trazem melhores resultados em dias frios.
Mudando a isca
Quem desejar atrair os peixes neste período de águas mais baixas e frias, deverá adicionar um atrativo à isca, e para tanto as carnes de forma em geral fazem esta diferença a contento. Partindo desde as minhocas até a elaboração com sardinhas, as receitas são relativamente simples, bastando o pescador apenas mudar a composição. Quem gosta de pescar corimbatás, deve esquecer por enquanto a massa tradicional feita à base de farinha de trigo e preparar outra com fígado bovino. Como ele é muito mole, requer um preparo especial, que consiste em cortá-lo em pequenas tiras da grossura de dois milímetros, tarefa bastante facilitada se o fígado estiver semi-congelado. O comprimento desta tira deve ser de até quatro centímetros, o suficiente para cobrir a volta do anzol. Para que o fígado continue mole, porém firme, deve ser colocado num recipiente fechado (um pote usado de margarina, por exemplo), e deixado sob o sol para que o soro vá deixando a carne. Este soro deve ser retirado, voltando a embalagem novamente para o sol até que esteja totalmente sem umidade. Neste estado, já pode ser usado normalmente e vai proporcionar firmeza, atração e praticidade no uso. Se quiser, o pescador poderá colocar dentro do recipiente, no momento do preparo, um pedaço de sardinha, que vai impregnar o cheiro característico, fazendo o trabalho de atração ainda mais forte.
Matrinxãs
Quem gosta de pescar esta espécie, deve a partir de agora trocar as iscas que usava pelo pequenos pedaços de carne, conforme já dissemos. Embora possa atrair-se pelo fígado, o correto para esta espécie é usar músculo bovino ou ponta de peito, que são cortes firmes e não saem do anzol com facilidade. O trabalho e sistema de preparo é o mesmo que para o fígado, ou seja, corte em pequenas tiras, do tamanho já indicado. Enquanto no fígado devemos desidratá-lo tirando o soro, nas iscas para matrinxã ele deve ser mantido para desprender-se dentro da água, por isso deve ser cortado e guardado em geladeira para este uso mais correto.
O sistema de colocação no anzol é o mesmo, sendo prudente manter um pedaço fora do anzol para que imite uma minhoca. É comum a matrinxã atacar a isca quando ela está sendo recolhida, porque este pedaço que ficou de fora mexe-se ao ser recolhido, dando ao peixe a impressão de uma isca viva. Esta isca também pode ser utilizada com resultados garantidos para as grandes piranhas, comuns no Tietê/Rio Grande, situação em que será necessário o uso de anzol de haste longa ou encastoado.
Tiras de tilápia
É uma isca bastante prática e que dá excelentes resultados, principalmente para os peixes predadores, entre eles as corvinas. Para prepará-la, o pescador deve limpar a tilápia normalmente e a parte que será usada é o que se joga fora, ou seja, a parte inferior do peixe, mais precisamente a parte branca do ventre. Deve-se retirar o filé desta parte e cortá-lo em tiras da grossura que já citamos. A pele da tilápia é dura, por isso deve ser retirada, tarefa bastante simples, pois desprende-se da carne com facilidade. Uma vez preparadas estas tiras, o processo final é parecido com as iscas de fígado, ou seja, deve ser mantida sob o sol, mas não deve ser aberta, já que a intenção é fazer o calor “cozinhar” esta isca, dando-lhe um cheiro bastante forte, que é o principal atrativo.
Esta isca serve para muitas espécies, até mesmo dourados, que são atraídos com firmeza para ela. Como é prática e dentro d’água se parece com um alevino, pode e deve ser usada para a pescaria de corvinas, pois nesta época a captura de iscas vivas (lambari, pitú) é muito difícil. Se for cortada em pequenos cubos, serve para os piauçus que adoram esta isca também.
Minhoca
A isca número um continua com seu poder de atração também no outono/inverno. Com o inconveniente de sujar mãos e unhas, um dos recursos que o pescador pode utilizar é colocar areia em sua caixa. Lembre que a areia serve apenas para evitar a sujeira e só pode ser utilizada na quantia separada, pois se for usada em toda a caixa, vai matar as minhocas.
Com elas pesca-se praticamente tudo, exceto os predadores por excelência, como os dourados e tucunarés. Muito recomendada para os peixes de couro, é a isca principal para os barbados, principalmente no rio Grande, e para as enormes mandiúvas nas pedreiras submersas do Tietê. Como analisamos, é o momento de trocar o atrativo, prepará-lo corretamente e conferir os resultados. Temos certeza de que eles virão, pois também os peixes gostam de uma carne preparada no capricho. Boa Sorte e Boa Pescaria.
Ademir Feliciano.
Última atualização (Qui, 31 de Dezembro de 2009 15:39)








