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JARDIM LUIZA: TUDO DISCUTIDO E NADA RESOLVIDO!
JARDIM LUIZA: TUDO DISCUTIDO E NADA RESOLVIDO!

Noite agradável CSU lotado de moradores do bairro Jardim Luiza, representantes da prefeitura e da empresa vencedora da licitação (SPEL) presentes, e representando a câmara municipal, apenas o vereador Valdir Donizete Ferreira (“Valdir da Geladeira”) que possui oito lotes no bairro, conforme afirmação do próprio vereador.
Dorival Fiori Neto, responsável pela pasta da Habitação, (conforme pagina oficial da prefeitura) abriu os trabalhos informando que a licitação é publica e está à disposição de qualquer morador, passando a palavra em seguida para o representante da SPEL que informou sobre os valores a serem pagos e a forma de pagamento que caberia a cada morador de acordo com seus lotes. (“E foi ai que a cobra fumou”!)
O representante de nome Osmar, começou falando dos benefícios que traz o asfalto para o bairro, falou das chuvas, do barro, da poeira que sofre um bairro sem asfaltamento.
Informou ainda que os cálculos foram feitos, pegando o valor da obra e dividido pelo numero de loteamentos, o que gerou um custo de R$ 246,35 por cada metro linear . Como a maioria dos lotes tem 10 metros, o valor a ser pago seria de R$ 2.463,50. Já para quem tem lotes de esquina, o valor subiria para R$ 6.808,00.
Caso os moradores optassem por parcelamento, os valores ficariam assim:
Terrenos que não são de esquina: 3 parcelas de R$ 821,10, ou, 6 parcelas de R$ 459,80 ou ainda, 12 parcelas de R$ 254,50.
Terrenos de esquina: 3 parcelas de R$ 2.268,88, ou, 6 parcelas de R$ 1.280,42, ou ainda, 12 parcelas de R$ 703,18.
Lembrando que quem optasse por pagamento à vista, teria 5% de desconto, e quem optasse por pagar em três parcelas, não pagaria juros.

Quando o representante da SPEL informou que para se realizar a obra, haveria a obrigatoriedade da adesão de cem por cento dos moradores, ou seja, todos teriam que aceitar a proposta segundo o edital; “o impasse tomou conta do lugar”.
Última atualização (Sex, 30 de Julho de 2010 13:24)
COLUNA ANA MARIA GOMES DA SILVA (Aninha)
Vira e mexe gosta de citar Zagallo: Vão ter que me engolir! Enfim: Aninha é uma figura expansiva e solar, em torno da qual só resta aos outros orbitar! Ah! Modéstia é seu forte!
Eu não queria ser eu... Eu queria ser ele... (Aliás, mais alguns queriam ser ele!)
Olá Amigos, hoje vamos nos encontrar novamente com minha Prima Geralda, desta vez para narrar um “causo” que nossa querida avó Sebastiana costumava contar quando Ge ainda era meninota. Na mesma cidadezinha de temperatura agradável, altitude considerável e linda de se viver, localizada nos arredores de Caruaru, há muitos anos atrás aconteceram fatos que abalaram as estruturas da pequena cidade para sempre. Semanalmente, aparecia por lá, um jovem mascate, carismático e cheio de boa vontade, para comercializar suas quinquilharias. Atendia tão bem as pessoas, sem fazer distinção de nada, que logo ficou famoso por aquelas paragens. Anos se passaram, e um dia um Alto funcionário da administração pública local, visando o desenvolvimento da cidade, convidou o jovem mascate a fixar residência e comercio por lá. O comerciante que carinhosamente chamaremos de Sr. Ele, ficou de pensar e tempos depois se estabeleceu na Cidade Encantada. A principio o alto funcionário que obrigatoriamente chamaremos de Sr. Eu, ficou aparentemente radiante. Aparentemente e inicialmente, porque em pouco tempo, Sr. Ele tornou-se objeto de admiração, alegria e alento para a maioria dos moradores, já tão fustigados por anos ininterruptos de coronelismo, usurpação dos bens públicos e voto de cabresto.Última atualização (Qui, 29 de Julho de 2010 12:39) |









Aninha, 38 anos, licenciada em História pelo CEM “Barão de Mauá”. Gosta de bom copo, boa mesa e boa cama! Ultimamente tem sido chamada de Diaba Loira, Mosca na Sopa e Capeta em forma de gente, por viver azucrinando quem merece. Cara de pau de nascença, espírito livre, não se intimida diante da mediocridade e da inveja de alguns e sentimento de vingança de outros, ou de tudo isso junto.